Publicações

O departamento de pesquisas do Hancock Natural Resource Group produz uma grande variedade de estudos e pesquisas para ajudar os nossos clientes atuais e perspectivos a entender melhor os diferentes componentes dos investimentos florestais. Além disso as nossas publicações “Hancock Jornal Florestal”, “Hancock Timberland Investor” oferece comentários e opiniões sobre muitos dos projetos de pesquisas que estão em andamento.

Para mais informações, favor entrar em contato com Cleidson Rangel no telefone +1 (617) 747-1609 ou por email: crangel@hnrg.com.

Publicações Recentes

Hancock Jornal Florestal, Outubro de 2018

A combinação de preços historicamente alta para madeiras de pinus e painéis nos EUA no verão passado e a rápida queda no valor do BRL em relação ao USD impulsionou os embarques brasileiros de painéis de fibra longa e madeira maciça para os EUA. Com o real caindo de 3,2 BRL / USD de janeiro para 3,8 BRL / USD de julho, as exportações brasileiras de madeira de pinus e madeira compensada tenderam a subir, atingindo um pico em maio antes de perder terreno em junho, após a greve do caminhoneiro, e depois recuperando o impulso em julho. A participação do Brasil nas importações totais de painel de fibra curta nos EUA aumentou para 6,4% entre janeiro de 2018 e julho de 2018, o que foi duas vezes maior que a média histórica de 3,2% durante o período de 2013 (janeiro) a 2017 (dezembro). A participação do Brasil nas importações de painéis de fibra longa para os EUA foi em média de 1,4% para os primeiros sete meses de 2018, comparada à média histórica da participação mensal das importações dos EUA de 0,64% de 2013 (janeiro) a 2017 (dezembro).

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Hancock Jornal Florestal, Agosto de 2018

A greve dos caminhoneiros no Brasil, que durou dez dias no final de maio, interrompeu as entregas de cargas em toda a cadeia logística. A greve também forçou muitas fábricas de celulose a reduzir a produção. Esses impedimentos na capacidade de produção de celulose, em escala nacional, causaram impactos negativos nos mercados mundiais já que o Brasil como maior produtor mundial é responsável por cerca de 24% da celulose global. A China por sua vez é o maior consumidor mundial de celulose e depende muito das importações do Brasil – com cerca de 1,5 milhão de toneladas de celulose branqueada de fibra curta (BHK) importadas do Brasil durante o primeiro trimestre, ou 53% das importações chinesas da BHK para o período. O Brasil produz cerca de 51.500 toneladas de celulose por dia. Durante os 10 dias completos da greve, se 50% da produção tiver sido cortada, isso representaria uma perda de 275.000 toneladas de celulose que teria sido retirada da cadeia de fornecimento, o equivalente a 1,4% da produção anual do Brasil. Os primeiros relatórios sugerem que a perda poderia ter sido maior – com a Suzano informando aos acionistas que eles, individualmente, tiveram uma perda total de produção de aproximadamente 80 mil toneladas de celulose durante o período de greve.

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Hancock Jornal Florestal: Florestas plantadas tornam-se um ativo competitivo que agrega valor ao portfólio de investimentos institucionais brasileiros, T1 2018

Emergindo de uma profunda recessão econômica, o Brasil recobrou o ímpeto e mostra sinais positivos: crescimento positivo do PIB, inflação baixa, taxas de juros em queda e uma moeda mais competitiva que acreditamos será suficiente sustentar a posição do Brasil como exportador global com custos competitivos.

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Hancock Jornal Florestal, Março de 2018

Alimentados pelos choques específicos do setor, os preços da celulose de mercado (polpa kraft de eucalipto branqueada [BEKP]) aumentaram significativamente, atingindo um patamar inédito e descolando-se da tendência geral de preços das principais commodities globais, como metais, produtos agrícolas e energia. O suprimento global de celulose sofreu limitações devido a: queda na produção equivalente a 1,6 milhão de toneladas em 2017 (aproximadamente o tamanho de um ano de crescimento em produção) devido a furacões, fechamento de antigas fábricas e limitações da colheita de toras; conversões de fábricas de celulose de mercado em celulose fluff; e uma importante mudança de política da China levada a cabo no verão de 2017 no sentido de combater a poluição, que resultou no fechamento de várias fábricas chinesas e na proibição de determinados tipos de polpa de outros materiais diferentes de madeira4. Em conjunto, esses choques resultaram em aumento significativo no preço da BEKP.

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